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1 de janeiro de 2012

Top 10 Lisboa - Parque das Nações

Já falei do Parque algumas vezes e volto a dizer que este deve ser "o" passeio a ser feito em Lisboa no verão. Primeiro, pelo espaço aberto que proporciona corridas, caminhadas e passeios de bicicleta. Além do teleférico que sem aquele balanço do vento do inverno deve ser muito mais agradável.  

Recapittulando: construído no local da Feira Mundial Expo 98, realizada para marcar o aniversário de 500 anos da viagem épica de Vasco da Gama à Índia, o Parque das Nações é a Lisboa moderna. Cheguei até ali pela belíssima estação Oriente (foto), passando pelo shopping Vasco da Gama até chegar ao Parque em sim. Como o parque é muito grande, reserve um dia inteiro de visitas e se estiver chovendo, não vá. Só em último caso. 

Uma vez lá, corra para a beira do parque e curta a imensa vista do Rio Tejo. É lindo. Pela imensidão do rio e por aquele barulinho bucólico da água batendo na beirada. Um bom lugar para um vinho ou ums sessão de fotos (foto ao lado).

Ou corra imediatemente para o Ocenário, uma dos lugares mais sensacionais que visitei durante minha estadia em Portugal. Voltei a ser criança diante de tantos peixes e de uma tecnologia super simples que faz a gente se sentir dentro do oceano, ao lado dos peixes. É simplesmente deslumbrante!

Eu e os atuns



Aprecie as esculturas ao ar livre espalhadas pelo parque. Algumas são verdadeiras instalações. Até um pouco complexas, mas compõem muito bem o ambiente moderno do lugar. 

No Pavilhão da Ciência e Conhecimento muitas curiosidades sobre ilusão de ótica, física, matemática. Na foto abaixo, a perspectiva de uma criança de 3 anos ao sentar-se à mesa. É divertido, mas só com crianças. Depois de um tempo fica chato. Apesar de a exposição sobre sexo ter me divertido horrores. 

E se eu tivesse 3 anos?


18 de dezembro de 2011

Top 10 Lisboa - Catedral e Museu Nacional de Arte Antiga

Saindo da história e voltando a realidade, retomo a lista dos 10 passeios essenciais a serem feitos em Lisboa. Recordando:

1. Castelo de São Jorge
2. Mosteiro dos Jerónimos
3. Catedral da Sé

Essa eu achei super fácil. E não tem como errar. Até porque ela é bem grande. Como já estava de noite, fico devendo boas fotos. Como esta é uma igreja bem escura por dentro não faça como eu e vá visita-la de manhã. Confesso que a noite dá até um certo medinho de andar por lá. A catedral foi construída logo após Dom Afonso Henriques tomar Lisboa dos Mouros em 1147. É um importante sítio arqueológico da cidade uma vez que passou por várias reformas e mudanças em sua estrutura. 

Para quem aprecia o estilo gótico, a capela de São Bartolomeu é imperdível. Ela foi construída por um rico comerciante da cidade em 1324. Há nela pinturas renascentitas interessantes. 

O ponto alto da visita pra mim foi a Fonte de Santo Antônio. Como devota, confesso que me emocionei. Reza a lenda que Fernando Martins Bulhões, o soldado português que se tornou um dos santos mais populares do mundo, foi batizado neste local. Na escola da catedral ele teria estudado. Por via das dúvidas, fiz o registro. 

Pia batismal de Santo Antonio
Foto: Nara Franco



                                                             
                                                             ****

A quarta dica do guia eu não conferi. Em quatro dias, não dá para fazer todos os passeios. Claro que privilegiei àqueles que tenho maior interesse. Pinturas nunca fizeram minha cabeça e, na escolha de onde ir e não ir, o Museu Nacional de Arte Antiga acabou de fora. Mas ainda assim posso passar umas dicas para vocês, não?

Este museu é uma espécie de galeria nacional de Lisboa. Como ele é muito grande vale a pena estudar as principais obras e programar a sua visita. Um erro comum em viagens é querer conhecer um grande museu em apenas uma visita. Fiz isso em NY, no Metropolitan. Tem uma hora que você fica tão cansado que não absorve mais nada. Portanto, escolha seus artistas ou pinturas favoritas e foque. No site é possível fazer uma visita virtual e ver o que está em exposição no momento, fora o acervo permanente. O guia destaca algumas obras essenciais, como:

- Adoração de São Vicente
Obra de 1740 de autoria de Nuno Gonçalves

- As tentações de Santo Antonio
Um enorme painel, considerado um dos grandes tesouros do museu
                 

- Santo Agostinho
Pintura do século XV de Piero della Francesca. Foi descoberta em 1946

Se você for a Lisboa em maio, visite o Museu à noite e curta a programação cultural variada do local, que conta com concertos e visitas guiadas. Além das pinturas, há esculturas, objetos em ouro prata pertencentes à realeza de Portugal, entre outros.

Serviço
Rua das Janelas Verdes 1249
Funciona de terça a domingo, sendo na terça das 14h às 18h e de quarta a domingo das 10h às 18h. 
Preço da entrada: 5 euros

Como chegar
De ônibus: 727, 713, 760 (parada na Rua das Janelas Verdes)
                1, 2, 28, 201, 714, 732 (parada na Av. 24 de Julho)
De bonde (os chamados eléctricos): 15, 18 (parada na Av. 24 de Julho)
                                                    25 (parada no Largo de Santos)